sábado, 4 de agosto de 2007

Os Desalentos da Minha Dor



Os Desalentos da Minha Dor
Deniralmeida

É silenciosa e tristonha!
Tal qual realejo antigo, sempre toca e entoa aquela velha canção!
A cada dia, mais e mais me sinto frágil e só!

Um aperto n'alma que me consome os dias, as noites, esmorece meu estágio de eterna agonia!
Eterniza os momentos tão sublimes que repetidas vezes, chegam e vão, numa ilusão quase frenética daqueles dias tão ensolarados e felizes!

Acabei aqui, no escuro de meu íntimo cansado, amando e chorando, sorrindo e clamando que todos os fantasmas de mim, não mais venham compor este meu último momento de tristes dias e muitas agonias!

Vou partir assim...
Vazia de mim...
Longe de ti...
Pensativa e cansada neste momento só meu, onde o fim chega e não mais me alimentará com as sombras de minhas ilusões
de outrora!
Maricá -RJ
26/07/2007.


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